Quem, em que casa, fuma e bebe o quê, e tem qual animal? (Einstein)



Albert Einstein criou o teste de raciocínio lógico abaixo e afirmou que 98% da população mundial não é capaz de resolvê-lo.

Do objetivo
Associar o um morador a cada uma das casas, considerando a nacionalidade do
morador, a bebida, o tipo de cigarro, assim como seu animal de estimação e a cor da casa.

Das regras
Há 5 casas de diferentes cores;
Em cada casa mora uma pessoa de uma diferente nacionalidade;
Esses 5 proprietarios bebem diferentes bebidas, fumam diferentes tipos de cigarros e têm um certo animal de estimação;
Nenhum deles têm o mesmo animal, fumam o mesmo cigarro ou bebem a mesma bebida.

Sugestão de organização da resposta
CASA 1: COR NACIONALIDADE CIGARRO ANIMAL BEBIDA
CASA 2: COR NACIONALIDADE CIGARRO ANIMAL BEBIDA
CASA 3: COR NACIONALIDADE CIGARRO ANIMAL BEBIDA
CASA 4: COR NACIONALIDADE CIGARRO ANIMAL BEBIDA
CASA 5: COR NACIONALIDADE CIGARRO ANIMAL BEBIDA


Dicas
O Norueguês vive na primeira casa.
O Inglês vive na casa Vermelha.
O Sueco tem Cachorros como animais de estimação.
O Dinamarquês bebe Chá.
A casa Verde fica do lado esquerdo da casa Branca.
O homem que vive na casa Verde bebe Café.
O homem que fuma Pall Mall cria Pássaros.
O homem que vive na casa Amarela fuma Dunhill.
O homem que vive na casa do meio bebe Leite.
O homem que fuma Blends vive ao lado do que tem Gatos.
O homem que cria Cavalos vive ao lado do que fuma Dunhill.
O homem que fuma BlueMaster bebe Cerveja.
O Alemão fuma Prince.
O Norueguês vive ao lado da casa Azul.
O homem que fuma Blends é vizinho do que bebe Água.


Como resolver
Comece sempre pelas dicas simples que respondem diretamente a posição de alguma resposta como, por exemplo, “O Norueguês vive na primeira casa”. A partir disso, é possível deduzir logicamente as outras posições, como "O Norueguês vive ao lado da casa Azul", concluindo que a casa azul é a segunda casa.

A terceira dica que direciona e organiza a resposta é "A casa Verde fica do lado esquerdo da casa Branca", fazendo com que a verde seja a terceira ou quarta casa, e a Branca a quarta ou quinta.

A quarta dica que deve se observar é "O homem que vive na casa do meio bebe leite". Esta afirmação confirma que a casa Verde fica na quarta posição e a casa Branca na quinta, isso, por causa dessa afirmação: "O homem que vive na casa Verde bebe Café", portanto, colide com a afirmação sobre o leite e a casa do meio.

Se "o inglês vive na casa vermelha", então a casa do norueguês é amarela e a casa do meio é vermelha, sendo o inglês que bebe leite. Podendo concluir, então, que quem fuma dunhill é o norueguês "O homem que vive na casa amarela fuma dunhill". E, que a casa azul tem como animal o cavalo "O homem que cria cavalos vive ao lado do que fuma dunhill".

A dificuldade aumenta a partir deste ponto.

As afirmações "O homem que fuma Blends vive ao lado do que tem Gatos" e "O homem que fuma Blends é vizinho do que bebe Água" leva a conclusão que quem fuma blends está ou na segunda casa, sendo quem bebe água a primeira casa (pois a terceira já bebe leite), ou na quinta casa, pois a quarta já bebe café. Nenhuma conclusão efetiva destas afirmações, mas guarde as probabilidades.

"O alemão fuma Prince". A casa 1 tem o norueguês e a casa 3 tem o inglês. Restando a casa 2, 4 e 5. Mas a casa 5 e 2 são potenciais para ser onde se bebe água, restando a casa 4, como melhor tentativa para ser o alemão que fuma Prince. Isso, porque, se o "Sueco tem cachorro como animal de estimação" e este não vive na casa 2, pois lá já tem o cavalo, restando apenas a casa 4 e 5 para ele.

"Quem fuma Bluemaster bebe Cerveja", então este não está na casa 4 também, pois lá já bebem café e nem na casa 3 pois lá já bebem leite.

"O dinamarquês bebe chá". Este não pode estar na casa 1, 3 e 4 (pois já se bebem algo lá e na 1 vive o norueguês). Restando para a casa 4 as nacionalidades alemão e sueco. Se lá estivesse o sueco, ele teria um cachorro e a casa 5, teria o alemão que fuma prince, restando apenas o "bluemaster" para a casa 2. Mas isso não pode acontecer porque quem fuma "blends vive do lado de quem toma água". E o sueco não pode viver na casa 2 porque ele cria cachorros.

Então, trocamos a ordem e colocamos o alemão na casa 4 fumando prince, o bluemaster que bebe cerveja na casa 5 e o dinamarquês na casa 2 tomando chá. Concluindo assim que, quem fuma blends está na casa 2, pois a casa 3 não tem possibilidade de ter como vizinho alguém que beba água. E quem bebe água é a casa 1, pois na casa 3 já se bebe leite. Quem tem gatos será a casa 1 também, pois lá já se fuma dunhill, impossibilitando que tenha o pássaro por causa da afirmação "quem fuma pallmall tem pássaros".



Resposta
(selecione o espaço em branco abaixo para visualizar)
CASA 1: AMARELA NORUEGUÊS DUNHILL GATOS AGUA
CASA 2: AZUL DINAMARQUÊS BLENDS CAVALO CHA
CASA 3: VERMELHA INGLÊS PALL MALL PASSAROS LEITE
CASA 4: VERDE ALEMÃO PRINCE PEIXE CAFÉ
CASA 5: BRANCA SUECO BLUEMASTER CACHORROS CERVEJA

12 maneiras de se tornar expert no Excel (e no seu trabalho)

Um dos sites que mais acesso sobre Excel, o chandoo.org, publicou uma postagem sobre 12 maneiras de se tornar expert em Excel bastante interessante. Não vou traduzir ao pé da letra (acesse post origial aqui).

Gostaria de ter lido algo assim a muito tempo atrás. Já passei grandes dificuldades no Excel e nunca tive alguém próximo para recorrer. Gastei muito tempo em pesquisas no Google e horas tentando resolver uma fórmula que não dava certo. Hoje, minha dificuldade se extingue ao nível mais avançado de programação VBA e algumas fórmulas que nunca usei e, de uma hora para outra, tenho que usá-la (e descobrir que ela existe antes).

Na postagem comentada acima, o autor ressalta a importância do Excel para um profissional que o utiliza constantemente. Se tornar expert em Excel é abrir portas para uma imensidão de oportunidades que facilitarão seu trabalho e garantirão um destaque maior na sua atual habilidade em lidar com dados.

Tenho um exemplo pessoal de como reduzi o trabalho de 2 semanas em 5 segundos utilizando apenas o Excel. Esse exemplo contarei em um post futuro. O que quero dizer é: ficar expert em Excel é inútil. O que você realmente precisa ficar expert é no seu trabalho, e o Excel pode te ajudar nisso.

1. Aprenda todos os dias
Mente aberta e curiosidade são os principais aliados para um aprendizado rápido, constante e saudável. Ter ideias sobre como fazer algo no Excel, mesmo sem precisar, e tentar aprendê-la é, na maioria das vezes, a forma mais divertida de aprender sem ter que reservar um tempo para ler um livro inteiro de Excel ou fazer um curso.

2. Melhore algo em seu trabalho sendo voluntário
Se você observar algo que precise de melhoria, mesmo que não seja em sua área de atuação (por exemplo, um profissional de marketing vê algo que pode ser otimizado no setor administrativo), se voluntarie para melhorar aquilo.
Essa é uma das práticas mais recompensadoras, pois além de melhorar o processo de um setor que otimizará várias tarefas em cadeia, você se torna conhecido pela proatividade, habilidades no Excel e, consequentemente, garante boas recomendações.
Além disso, com a economia em má lençois atualmente, você pode poupar a empresa de gastar uma grande quantidade de dinheiro em um sistema de ERP fazendo uma solução de igual valor de uso e solução no Excel.

3. Ajude um colega
Conhecimento deve ser compartilhado. Ajude um colega de trabalho e verá que, quanto mais você ajuda, mais aprende.

4. Frequente um fórum e resolva um problema
Fórums são um dos meus lugares favoritos para procurar solução de problemas tanto de Excel, quanto de outros softwares. Além de encontrar soluções, ajudar usuários do fórum se torna igualmente recompensador, pois garante inúmeras possibilidades de mais aprendizado nas discussões e desenvolvimento dos tópicos.

5. Leia um livro
Apesar da imensidão de informações na internet, o livro continua sendo seu principal aliado para aprender. Essa atividade, que exige exclusividade (diferente do computador) aprofunda a mente no assunto lido e o conhecimento é fixado e aprendido com mais facilidade. É nos livros que temos os conteúdos mais confiáveis também.

6. Participe de um concurso
Essa é uma das dicas que eu nunca experimentei por causa da falta de tempo, mas certamente é bem legal. Como espectadora, sempre acompanho os concursos de Excel e, a partir de resultados de ganhadores e perdedores destes concursos, constatei que é possível aprender bastante. Um bom exemplo são os concursos realizados no Chandoo. Em um destes concursos, um dos participantes fez uma planilha incrível no Excel e hoje a tenho como referencia para vários trabalhos.

7. Brinque com algo que não conhece
Escolha uma ferramenta ou fórmula no Excel que você nunca utilizou e experimente-a. Certamente será encontrado algum uso para funções que você nem sabia que existia. O conceito é: Aprenda antes de necessitar aprender sobre algo.
Por exemplo, a um ano atrás, eu nunca tinha utilizado a fórmula "SOMASE" com condicional ( =SOMASE(--(RESTANTE DA FóRMULA) ). Depois que aprendi suas possibilidades, fico indignada por não te-la aprendido antes pois hoje utilizo em vários relatórios.

8. Tenha boas referencias de outros segmentos
Uma das minhas melhores fontes para ideias e criação de layouts no Excel é em jornais. Além de ser uma ótima base para ampliar o conhecimento em questões de análises de dados, as visualizações de relatórios, imagens, gráficos e infográficos te garantirá novas ideias todos os dias.

9. Increva-se em uma Newsletter ou RSS
Tenha acesso a conteúdos novos todos os dias. Bons sites que acompanho:
http://chandoo.org
http://dashboardspy.wordpress.com/
http://www.theexceladdict.com/

10. Pesquise no You Tube
Para Excel, You Tube é uma das melhores plataformas de aprendizado. Você pode encontrar contas do Office e experts em Excel que fazem video tutoriais habilitando-o a entender melhor sobre o assunto. Digite "Excel" no search do You Tube e veja.

11. Faça um curso
A melhor maneira de começar algo é buscar ajuda de profissionais bons no que você quer aprender. Cursos de Excel online ou em boas escolas de informática é uma excelente escolha para aprender. Mas atenção ao escolher a instuição ou método de ensino, cursos fracos não adiantam nada.

12. Acredite que você é demais
Acreditar em você é o principal esforço que se deve fazer para aprender e aplicar seu conhecimento em Excel. Veja uma necessidade no Excel em seu trabalho como um desafio e tente solucioná-lo aprendendo coisas novas que otimizarão esta tarefa.

13 estratégias de supermercados para induzir compras




1. O carrinho de compras
Foi inventado em 1938 e, pelo seu tamanho, incentiva e possibilita um maior consumo.

2. Padaria e floricultura logo na entrada
Estes são os departamentos que oferecem a maior margem de lucro para um supermercado. São, geralmente, posicionados na entrada da loja, quando o carrinho de compras está vazio e quando o consumidor não está preocupado com sua conta do supermercado.
Outro fator, que está diretamente ligado aos nossos sentidos, é o cheio de um bolo ou de um pão recém saído do forno e o aroma das flores. As glândulas salivares são estimuladas e as compras por impulso são incentivadas inconscientemente.

3. Produtos lácteos no final da loja
Produtos com lactose são dos produtos essenciais e mais consumidos pelo ser humano. Estes produtos contendo lactose (yorgute, queijo, leite) são colocado no final da loja pois, como são essenciais, a maior parte dos consumidores os procurarão e serao obrigados a passar por todo o supermercado.




4. Gôndolas grandes e extensas
As gôndolas/prateleiras são verdadeiras pistas de corrida. Não é possivel desviar para direita ou para esquerda, é necessário passar por toda sua extensão para ir a outra gôndola.

5. Produtos mais comprados são posicionados na gôndola da direita
Pesquisas apontam que os consumidores tendem a caminhar da direita para a esquerda devido a facilidade de seguir o fluxo de movimento, por essa razão, os produtos mais comprados e cativadores são posicionados sempre na gôndola da direita do corredor.

6. Produtos mais propícios a venda e mais lucrativos são posicionados na altura dos olhos
No corredor de cereais, por exemplo, as embalagens tamanho família e genéricos são posicionadas na parte inferior da prateleira, cereais diet/light são posicionados na parte superior e cereais de marcas famosas e mais caras são posicinadas no centro, exatamente na linha de visão normal de uma pessoa.

7. Produtos na linha de visão para crianças
Salgadinhos, doces, bombons, cereais com açucar são geralmente posicionados na altura de uma criança de 7 anos para possibilitar o alcance destes produtos e, consequentemente, solicitarem (implorarem) aos seus pais que comprem.

8. Degustação
Stands de demonstração de novos produtos obrigam os consumidores a pararem e experimentarem um bom lançamento, induzindo a compra (talvez seja por este motivo que raramente vemos degustação de produtos com baixa qualidade).

9. O tamanho do supermercado e o movimento
Lojas muito cheias fazem com que as pessoas passem menos tempo comprando, façam menos compras por impulso, comprem pouco, são menos sociais e mais nervosos. Diferenças culturais e regionais devem ser levadas em conta. Asiáticos tendem a ser mais tolerantes em ambientes cheios, quando os ingleses, menos tolerantes.

10. Cores e design
Cores quentes atraem mais consumidores. Cores descoladas incentivam contemplação e venda.

11. Música ambiente
Música calma faz com que as pessoas demorem mais para comprar e gastem mais dinheiro. Música alta faz com que andem rapidamente pela loja, neutralizando as estratégias acima e reduzinho compras. E a música classica faz as pessoas comprarem produtos mais caros.



12. Gôndolas no checkout
Os bombons e salgadinhos supérfulos são posicionados na hora do pagamento da conta, onde provavelmente haverá uma espera na fila e um tempo do operador somar a quantia dos produtos comprados. Consumidores que não resistem a tentação, que é puramente incosciente e literalmente tentadora, compram e aumentam mais um pouco sua conta no final sem perceberem.

13. Cartões de compra específicos do supermercado
Estes cartões fazem com que consumidores comprem regularmente no mesmo lugar, além de oferecer ocasionalmente descontos e permitir um acompanhamento de todas as compras realizadas naquela loja para estudos de comportamento pela equipe do supermercado.

Excel VBA: Criação de Botão para navegar entre planilhas



Vá em Inserir > Formas. Ao clicar com botão direito na forma, no menu que surgir escolha "Atribuir Macro".



Clique em "Novo" na janela que surgir e o Visual Basic se abrirá.
Selecione o VBAProject "EstaPasta_de_trabalho" e insirá o código abaixo. Os campos personalizáveis estão em azul.







Código:
Sub Botao()
ThisWorkbook.Sheets("Plan2").Activate
End Sub



O código diz que: a macro chama "Botao" e que nesta planilha eletrônica tem uma planilha chamada "Plan2". Quando a macro "Botao" é executada, "Plan2" deve ser ativada ("Activate").


Salve e feche a janela do Visual Basic. Clique na forma, que agora se tornou um botão e a ação de mudar para a planilha "Plan2" será executada. Para modificar ou visualizar a macro posteriormente, o atalho de abertura do VBA é alt+F11.

Excel Intermediário: Utilizar 2 tipos de gráficos em apenas um


Exemplo de como misturar dois tipos de gráficos para distintas séries de dados, como um modelo de barra e de linha, juntos, no mesmo gráfico.

Selecionar ferramenta para criar gráficos e escolha um modelo.





Clicar com o botão direito do mouse em uma das séries de dado do gráfico, representado por todas as barras vermelhas neste exemplo, e escolher "Alterar Tipo de Gráfico de Série..."



Na tela que surgir, escolher outro tipo de gráfico (um que seja compatível com os eixos já existentes, neste exemplo, dois eixos X e Y vertical, horizontal).


Resultado: 2 tipos de gráficos em apenas um.







Gráficos e Infográficos #2






















Objetivo: Banco de boas referências de design para apresentação gerencial de dados gráficamente.


fonte: http://blog.ffctn.com/ge-nextgen-aviation-brochure

Gráficos e Infográficos #1


Objetivo: Banco de boas referências de design para apresentação gerencial de dados gráficamente.

Raciocínio Lógico: As folhas das árvores do bosque

Série de questões para treinamento e desenvolvimento de raciocínio lógico. Prova elaborada pela Fundação Getúlio Vargas, para o concurso Público da FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação):

Em um bosque há 180 árvores. Sabe-se que cada árvore tem pelo menos 30 folhas e que nenhuma árvore tem mais de 200 folhas. Pode-se concluir que:

(A) Existe pelo menos uma árvore com 200 folhas.
(B) Existem pelo menos duas árvores com o mesmo número de folhas.
(C) Existe alguma árvore com 115 folhas.
(D) O numero total de folhas é certamente maior que 6000.
(E) o número médio de folhas por árvore é 115.

Resolução: Esta questão pode ser resolvida por eliminação, mas o problema se enquadra na lógica de Dirichelt, e pode ser resolvido por ela também.

(A) Incorreta, Não há dados suficientes para chegar a essa conclusão.
(B) Certa Resposta. Princípio "Das casas dos pombos", de Dirichelt:
'n' pombos devem ser postos em 'm' casas, sendo n > m. Com essa informação, logo, teremos casas com mais de 1 pombo. Matematicamente, consideremos 'n' e 'm' como conjuntos. Se um conjunto finito (n) é maior que o número de elementos de outro conjunto (m), a função de resolução deste problema não pode ser injetiva, ou seja, A -> B.
Se nenhuma árvore tem menos de 30 folhas e mais de 200 folhas, então o número máximo de probabilidade de número de folhas diferentes em uma árvore são 171. Isso, devido ao cálculo: 200-30+1=170 (é adicionado +1 pois uma árvore pode ter exatamente 30 folhas, e a subtração excluiria essa possibilidade). As outras 9 árvores, teriam o mesmo número de folhas que alguma outra árvore.
(C) Incorreta. Não há dados suficientes para chegar a essa conclusão.
(D) Incorreta. 180 árvores x 30 folhas = 5400 folhas, logo, é possível ter menos de 6000.
(E) Incorreta. Não há dados suficientes para chegar a essa conclusão.

Raciocínio Lógico: quatro irmãos e o ladrão do bombom


Série de questões para treinamento e desenvolvimento de raciocínio lógico. Prova elaborada pela Fundação Getúlio Vargas, para o concurso Público da FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação):

Quatro irmãos, André, Bernardo, Carlos e Daniel, reparam que seu pai, quando chegou em casa, colocou em cima da mesa da sala quatro bombons. Logo ao retornar à sala, o pai viu que um dos bombons tinha desaparecido e perguntou às crianças quem tinha sido autor do delito.

André disse: - Não fui eu.
Bernardo disse: - Foi Carlos quem pegou o bombom.
Carlos: - Daniel é o ladrão do bombom.
Daniel: - Bernardo não tem razão.

Sabe-se que apenas um deles mentiu. Então:

(A) André pegou o bombom.
(B) Bernardo pegou o bombom.
(C) Carlos pegou o bombom.
(D) Não é possível saber quem pegou o bombom.
(E) Daniel pegou o bombom.



Resolução: Apenas uma das crianças mentiram. Pelas afirmações, é possível dizer que ou Bernardo, ou o Carlos estão mentindo pois os dois entram em conflito. André e Daniel afirmaram sem se comprometerem com o depoimento dos outros. Daniel afirma que Bernardo não tem razão, logo, Carlos, acusado por Bernardo, não é o autor do roubo e, conseqüentemente, o mesmo está dizendo a verdade. Portanto, quem roubou o bombom foi Daniel. Letra E.

O erro "branco" da Coca-Cola




Quando li a noticia da mudança da embalagem da Coca-Cola de vermelho para branco na EXAME, em outubro deste ano (2011), pensei comigo ligeiramente "acho que isso não vai dar certo". Hoje, um mês depois, leio a notícia  "Coca-Cola's white mistake". O motivo da mudança é relativa a atual campanha em parceria com a WWF, para salvar o Ártico, habitat dos ursos polares, símbolo da Coca-cola.

Quando trabalhei no marketing da Coca-cola, acompanhei de perto o processo de mudança do logotipo de um outro refrigerante, o Sprite. A mudança foi estritamente de logotipo, sem
grandes diferenças na composição de cores da embalagem.


Logotipo antigo

Logotipo atual


Um mês após a mudança, tive a oportunidade de acompanhar os dados de venda do
refrigerante, e, por causa dessa alteração, as vendas do produto nunca tinha sido melhores. Alguns comentários vindo de apresentações da sede em Atlanta afirmava os conceitos empregados no logotipo e a tentativa bem sucedida de aproximação do público-alvo (jovens).

Na mesma lógica, sem pensar no conceito filantrópico por trás da ação das latas brancas, a
mudança drástica da embalagem do refrigerante mais famoso do mundo daria uma repercussão, no mínimo, de igual proporção a mudança do Sprite. Ao imaginar como seria essa proporção, se negativa ou positiva, levanto dois fatos: o "vermelho Coca-Cola", especificamente o CMYK 0, 87, 81, 11 que, tanto quanto os ursos polares, ou até mais que eles, é o simbolo da Coca-Cola há mais de 100 nos e, a tentativa de mudança do sabor em 1985, que, devido a tradicionalidade do produto, também teve repercussão negativa e a ação foi revertida. 

Especulativamente falando, um estudo simples de história e paixão da marca de um produto mundial de 125 anos poderia falar até que a mudança de um ponto de cor em seu CMYK, já faria diferença nas vendas.
Foi como se, no comunicado oficial da Coca-Cola:
"ATLANTA, October 25, 2011 - Beginning next month, white will be the new
red
". 
Todos respondessem: "Quem é que te deu o direito de mudar a cor da nossa Coca-Cola?" 
A verdade é que todo produto pertence e é controlado por quem o consome, por quem paga por ele. Esse é um dos fundamentos mais básicos de marketing e vendas. Uma prova que isso é verdade, é provada pela reversão deste "erro branco", com o retorno da Coca-cola vermelha.

O impacto dessa ação pode ter sido somente de imagem, de ver reportagens como "Coca-Cola troca latas vermelhas por brancas" e "Coca-cola desiste de latas brancas",
traga um impacto negativo de vendas também. E, dai, vem a importância de uma análise de mercado mais profunda, um trabalho de inteligência e gestão de produtos que foque em outras vertentes de uma ação como essa, além apenas da filantropia.

Talvez não seja apenas explicações como a de Mutar Kent, CEO and Chairman da The Coca-Cola Company®, explicando que a mudança foi de fato realizada "to raise awareness for this important cause", que faria com que ela fosse um sucesso. Talvez sim, e tenho certeza que a Coca-Cola pensou antes de mudar, mas o valor emocional não sobressaiu o valor da tradição. Os pesos dos dois fatores podem ter sido medidos errados nesse caso.

Excel VBA: Localizar e Substituir em Massa

O excel já possui uma função que localiza e substitui elementos em planilhas mas, quando existe a necessidade de localizar e substituir várias palavras constantemente, seria inteligente utilizar macros VBA para automatizar este processo.
A macro em questão é a seguinte:

Sub LocalizarSubstituir()
Sheets("Plan1").Select
Cells.Replace What:="AAA", Replacement:="BBB", LookAt:=xlPart, _
SearchOrder:=xlByRows, MatchCase:=False

O código deve ser inserido no editor VBA (atalho ALT da esquerda + F11). No menu "Projeto - VBAProject" a esquerda, ao clicar no modulo ou planilha existente para aplicar a macro, é aberto uma janela digitavel onde receberá este código. Após inserção e configuração dos campos personalizáveis (em azul), é necessário salvar este editor Visual Basic, fechá-lo, e efetuar o teste da macro no Excel em: Exibição > Macros. Ao selecionar o nome da macro criada, no caso "LocalizarSubstituir", e clicar no botão executar, a substituição configurada deve ser aplicada.


Explicando rapidamente o código, a primeira linha leva o nome da Sub de comando, "LocalizarSubstituir". Em Sheets, na segunda linha, traz o nome da planilha em que o código abrangerá ao ser executado. Entre as aspas de Cells.Replace What:= identifica o que é para ser substituído. E em Replacement:= é a parte onde traz para o que será substituído o informado no comando Em Cells.Replace What:= anterior.

Excel Avançado: Preenchimento Automático de Células em Branco




Suponhamos dados dispostos em células no excel e, no meio desde conjunto de dados, existam células em branco.



Na necessidade de preenchimento destas células vazias, existe a opção de preenchimento manual, que se torna totalmente inviável quando a quantidade de dados for grande. Mas também é possível otimizar esse procedimento com  o comando "Ir para" , que seleciona automaticamente e somente as células brancas. Para isso, é necessário selecionar o intervalo desejado e abrir “Ir para” com o atalho F5 do teclado.





Na janela aberta, ao clicar em especial, o Excel dispõe várias situações que podem ser aplicadas a esta seleção como: células em branco, somente células visíveis, objetos, matriz, etc. No caso deste exemplo, ao escolher "em branco", será identificado no intervalo selecionado todas as células com esta característica. Este comando realocará a seleção apenas para esta situação especial.





Para fazer o preenchimento automático das células em branco selecionadas, é preciso formatar uma destas células com o conteúdo desejado. No caso, foi inserido “=B3” para preencher todas com "1". Para aplicar este conteúdo para a seleção, é preciso manter pressionado CTRL, que estende a aplicação do conteúdo em toda seleção e, após isso, pressionar ENTER para efetivar a modificação.





O resultado são todas as células preenchidas automaticamente:



Breve História das Planilhas Eletrônicas

O Excel é, atualmente, um dos softwares mais populares dentro das empresas. É praticamente impossível realizar análises de dados sem utilizá-lo ou ter programas similares - que são cópias alternativas da solução do Excel. Para profissionais de Inteligência de Mercado, a ferramenta se torna uma das mais acessíveis e indispensáveis para lidar com dados de pesquisas, tendências de mercado e tarefas similares.

O professor Richard Mattessich (1961) foi o pioneiro com o conceito de planilha eletrônica para uso comercial. Rene Pardo e Remy Landau co-inventaram uma linguagem de desenvolvimento, o "LANPAR" (Language for Programming Arrays at Random). A qual possibilitou o start da junção do conceito de planilha com a computadorização da mesmo.

A primeira planilha eletrônica desenvolvida não foi lançada originalmente pela Microsoft. Por volta da década de 1980, a VisiCalc, da VisiCorp, foi a pioneira, utilizando a plataforma DOS. Posteriormente surgiu a Multiplan (Microsoft), seguida da criação do Lotus 1-2-3 (IBM) e, em 1985, o Excel (Microsoft), aperfeiçoando o conceito de planilha eletrônica e possibilitando fácil acesso tanto em computadores Apple quanto Windows.

Leia mais detalhes históricos e aprofundados em:





Excel Intermediário: Ocultar erros em fórmulas


Quando existe uma grande quantidade de dados que são aplicados a fórmulas de cálculos como soma ou porcentagem, geralmente, no caminho desta grande quantidade de dados, existem células sem valores ou com outros caracteres. O resultado comum  destas fórmulas geralmente são erros como:

#DIV/0!, quando algo tenta ser dividido por zero
#N/D, quando o valor da célula não está disponível previamente
#VALOR!, quando uma fórmula tenta calcular número com texto

Análise de caso típico de erro: no meio de um cálculo replicado em várias células, encontra-se uma celula com um hífen em formato de texto que representa para o usuário uma célula vazia, indicando a inexistência de dados, por exemplo:



Tentativa de cálculo de divisão entre B5, com um hífen e B7, "1100".

Resultado do cálculo de divisão de "hífen" por "1100": "#Valor!"

Ao fazer este cálculo em apenas uma célula, a mensagem de erro na fórmula é facilmente perceptível e manualmente possível de se corrigir, mas quando uma fórmula é utilizada em muitos dados, recomendá-se utilizar a formula SEERRO(valor; valor_se_erro) como padrão para todas as fórmulas cálculadas no intervalo de dados.
Se, neste caso, a fórmula acima tivesse sido utilizada e aplicada em todo o intervalo de cálculo, como abaixo:

Inserção da fórmula de divisão em todo o interválo de cálculo. Para isso, foi preciso adicionar "$" em B7, já que esta é a célula padrão que os números divisíveis devem ser calculádos. Após utilizar "$", B7 fica "travado" e pode-se arrastar a fórmula em todo o intervalo.

Quando a execução da fórmula chegasse na linha com hífen, a fórmula condicional identificaria que o caso se aplica a um erro e retornaria o que foi predeterminado na fórmula como resultado. No caso, um outro hífen.


Fórmula aplicada ao intervalo de cálculo

Resultado da utilizaão da fórmula: Valores sem erro permanecem calculados normalmente e valores com erro retornam resultado predeterminado na fórmula.


Entendendo a fórmula SEERRO(valor; valor_se_erro):
  • " SEERROS " - Se forem encontrado erros
  • " (valor " - O Excel calculará o valor determinado na fórmula normamente como se esta fosse digitada da forma comum na barra de fórmulas, no caso, uma divisão "=B2/B7".
  • " ; " - este caractere significa "se não", que indica um caminho alternativo para a fórmula condicional "SE".
  • " valor_se_erro) " -  valor executado caso o valor anterior apresente erro. Pode-se utilizar uma outra fórmula ou exibir uma mensagem de erro na célula. Para isso, é necessário inserir a mensagem entre aspas, como foi utilizado na fórmula de exemplo das imagens, para que o Excel cite como resultado o que está dentro destas aspas.

SCRUM, uma das melhores metodologias para reuniões


O SCRUM, possivelmente, é uma das melhores metodologias já inventadas para reuniões. Uma outra "metodologia" que entra no ranking das melhores são as reuniões "de pé". Esta foi aplicada e clamada por Mike Bloomberg, dono da Bloomberg L.P, empresa fornecedora de dados sobre o mercado financeiro. Ele disse para a EXAME:
"Depois de uma reunião longa e infrutífera, usei o bom senso. Removi as cadeiras da sala. Em pé as pessoas ficam cansadas logo e tratam de ser objetivas. É simples."

Mas o ponto relevante dessa classificação é a preocupação pela objetividade e agilidade dos encontros corporativos. Do modo tradicional, o SCRUM, que pode até ser realizado "de pé" também, certamente vence em produtividade.


Sua metodologia, normalmente, é aplicada para desenvolvimento de produtos, softwares e gerenciamento de projetos, mas o estilo pode ser aplicado na maioria das longas reuniões. Na prática, o SCRUM se baseia em:

  • Reuniões rápidas, de 15 minutos;
  • Realizadas impreterivelmente no horário marcado, sem atrasos;
  • Encontro diário;
  • Sempre no mesmo local;
  • Todos os envolvidos podem participar da reunião, mas somente os líderes falam.
  • Para que esse tipo de reunião funcione, as equipes precisam se auto organizar.
  • O produto acompanhado no SCRUM evolui através de ciclos de SPRINTS.
  • Apenas 3 perguntas são feitas: O que foi feito ontem, o que fará hoje e o que impedirá que o faça.
  • A cada SPRINT, é realizado um SPRINT BACKLOG (como uma ata de reuniões normais).

Há 3 grupos de participantes distintos em um SCRUM: PRODUCT OWNER, SCRUMMASTER e o TEAM (equipe) que desenvolverá o produto.
  • O PRODUCT OWNER é responsável por produzir o Product Backlog, que define o objetivo do SPRINT;
  • O SCRUMMASTER produz o Sprint Backlog
  • O TEAM, analisa o Product Backlog e levanta as etapas que se compromete desenvolver neste SPRINT.

Inteligência: necessária mas nem sempre utilizada

DEEP ATACK, figura 1-1. FM 34-3 Intelligence Analysis 
Headwuarters, department of the army (distribuição aprovada para lançamento ao público).


Dezenas de soldados avançando contra a trincheira inimiga com armas levantadas e agitadas pelas duas maos, gritando e correndo. Este cenário pode, figurativamente, ser aplicado para muitas empresas em sua ignorância sobre seu mercado de atuação. Uma atitude como destes soldados é semelhante a um planejamento executado sem análises de inteligência estratégica.

Um planejamento pode ser idealizado por diversos setores em uma empresa, seja para diminuir a taxa de rotatividade de funcionários pelo RH, controlar inadimplentes pelo Contábil, lançar uma campanha publicitária pelo Marketing, aumentar as vendas pelo Comercial. Mas, nenhum desses planejamentos, em nenhuma destas diversas áreas, são capazes de se sustentar sem dados de inteligência. Na verdade, até podem ser. Tiros no escuro ainda possuem probabilidade de assertividade, mas contar com o acaso não é fazer planejamento.

A expectativa é que os profissionais responsáveis pelos planejamentos de suas áreas sejam os responsáveis por terem essa mentalidade de inteligencia e criar um plano com mínimas falhas, tendo conhecimento prévio de todas as estatísticas internas, do mercado, do passado, do presente e a projeção do futuro. Mas ocorre, muita das vezes, ineficiências nestes planejamentos por falta de foco, incapacidade analítica, falta de tempo ou qualquer outro motivo que impeça pensar além do essêncial. É por esse motivo que profissionais especializados em inteligência estão surgindo e em ascensão nos últimos 10 anos.

Ao trazer essa necessidade para um âmbito mais devastador e mundial, na guerra do Iraque, em 2003, Saddam Hussein recusou permitir investigações da ONU devido a existência de produção de armas de destruição em massa no país. O resultado dessa recusa gerou instabilidade governamental regional, US$ 1 trilhaõ de gastos mundiais e 103 mil civis mortos, incluindo o próprio Saddam Hussein.

Analisando o fim da guerra (2011), a atitude de Saddam parece ter sido, ou irracional e pessoal ou, no mínimo, sem estudos de consequências (o que para um governo é prática essêncial). A guerra chamou a atenção e exigiu esforços de milhares de pessoas envolvidas por 3.209 dias. Se o Iraque utiliza-se da inteligência natural do corpo humano (cognitiva), de associar fatores e usar isso para tomar decisões melhores, em sua decisão, ou ele utilizaria estas armas e acabaria com os Estados Unidos ou o mundo inteiro ou, se não fosse a intenção utilizá-las, as teria destruído (caso realmente as tivesse), preservando assim a imagem do Iraque, sua estabilidade governamental e todos os gastos e mortes. Essa conclusão não era tão difícil de se observar. Cogitando superficialmente, a seriedade e intenções irrevogáveis de invadir o país pela ONU e o poder militar e econômico dos Estados Unidos são bastante previsíveis na maioria de suas decisões pelo histórico de ações tomadas em situações de riscos do passado.

Ao trazer essa necessidade para um âmbito mais devastador e mundial, na guerra do Iraque, em 2003, Saddam Hussein recusou permitir investigações da ONU devido a existência de produção de armas de destruição em massa no país. O resultado dessa recusa gerou instabilidade governamental regional, US$ 1 trilhaõ de gastos mundiais e 103 mil civis mortos, incluindo o próprio Saddam Hussein.

Analisando o fim da guerra (2011), a atitude de Saddam parece ter sido, ou irracional e pessoal ou, no mínimo, sem estudos de consequências (o que para um governo é prática essêncial). A guerra chamou a atenção e exigiu esforços de milhares de pessoas envolvidas por 3.209 dias. Se o Iraque utiliza-se da inteligência natural do corpo humano (cognitiva), de associar fatores e usar isso para tomar decisões melhores, em sua decisão, ou ele utilizaria estas armas e acabaria com os Estados Unidos ou o mundo inteiro ou, se não fosse a intenção utilizá-las, as teria destruído (caso realmente as tivesse), preservando assim a imagem do Iraque, sua estabilidade governamental e todos os gastos e mortes. Essa conclusão não era tão difícil de se observar. Cogitando superficialmente, a seriedade e intenções irrevogáveis de invadir o país pela ONU e o poder militar e econômico dos Estados Unidos são bastante previsíveis na maioria de suas decisões pelo histórico de ações tomadas em situações de riscos do passado.

A inteligência, seja militar, governamental, competitiva, estratégica, mercadológica ou qualquer outro termo e campo similar que suporte a prática de inteligência, raciocínio, imaginação e concepção de afirmações extraídas de análise de informações, é essencial no âmbito mundial para garantir tomada de decisões favoráveis social e economicamente. Da sua importancia e prática, tudo, literalmente, deveria ser decidido utilizando este conjunto de faculdades mas, ironicamente, nem sempre é. As soluções para minimizar esse desfalque é estimular o uso da inteligência ou, para intensificar o foco nesta prática, criar setores específicos para isso, como a CIA (Central Intelligency Agency) nos os Estados Unidos, ou setores de inteligência de mercado em empresas, por exemplo.